Além de prevenir as doenças cardiovasculares, o exercício moderado pode ter também valor preventivo contra o câncer. Recentemente Rui Bevilacqua, professor de oncologia da Universidade de São Paulo, sublinha um dos benefícios da caminhada regular ou de outras formas de exercício, uma vez que isso estimula o intestino preguiçoso. Disse ele: “Muito[s] dos alimentos que consumimos são cancerígenos e, se eles permanecerem por algum tempo no intestino, podem causar o câncer no cólon.” Semelhantemente, Fúlvio Pilegri, professor de Cardiologia da Universidade de São Paulo, segundo O Estado de S.Paulo, “defende a caminhada como a solução ideal para quem não pratica esportes, e lembra que uma pessoa que não esteja em perfeitas condições de saúde pode até piorar, se resolver bancar o atleta”.
Empresas nipônicas realizam experiências com fragrâncias que alteram a disposição. Segundo um especialista nipônico, ao liberar tais fragrâncias nos dutos de ar-condicionado, “tem-se verificado que elas acalmam pacientes inquietos de casas de repouso e aumentam a eficiência e reduzem o stress entre os operários e os que trabalham em escritórios”. Treze perfuradores de cartões foram monitorados por 30 dias, e os experimentos mostraram que o número médio de erros por hora foi reduzido em 54 por cento quando o ar do escritório foi aromatizado com a fragrância de limão. A revista informa que, atualmente, “contratou-se um psicólogo para apresentar um aroma que possa ser espalhado pelo metrô de Nova Iorque, a fim de reduzir a agressão e aumentar a amabilidade dos passageiros”.
As bactérias que ficam na língua produzem gás sulfúrico e mau hálito, segundo uma reportagem no jornal Prince George Citizen. “As bactérias proliferam em ambientes sem oxigênio e é por isso que vivem nos sulcos e reentrâncias longe do oxigênio que enviamos para os pulmões”, declara a reportagem. Escovar os dentes e passar fio dental ajuda, mas elimina apenas 25% das bactérias. O dentista Allan Grove recomenda “raspar” a língua, um hábito antigo na Europa, “o mais importante meio de evitar mau hálito”. Um “raspador” de plástico “é mais recomendável do que uma escova para ter uma língua limpa e rosada”, segundo o Citizen.
Talvez você não consiga evitar totalmente os resfriados, mas pode se prevenir, diz The New York Times. Algumas das precauções mais importantes são as seguintes: na medida do possível, evite aglomerações e apertos de mão em pessoas que obviamente estão resfriadas. Além disso, procure não esfregar os olhos e o nariz e lave as mãos com freqüência. Essas precauções ajudam porque as mãos muitas vezes transportam os vírus do resfriado até as membranas delicadas dos olhos e do nariz. Esses vírus podem ficar ativos por várias horas numa superfície ou nas mãos e quem tem resfriado pode contagiar outros por muito tempo antes e depois de os sintomas da doença se manifestarem. Outras precauções incluem ter uma dieta balanceada e ser especialmente cuidadoso quando houver crianças por perto. Por quê? Porque elas pegam entre cinco e oito resfriados por ano.
Desde o século 19, as atividades humanas provocaram mais de 200 fortes terremotos, diz uma notícia no jornal alemão Die Zeit. A mineração desencadeou metade desses terremotos. Outras possíveis causas são a extração de gás natural, petróleo ou água, a injeção de fluidos no subsolo e a criação de represas. Um terremoto em 1989 na cidade de Newcastle, Austrália, o qual os cientistas atribuem à mineração subterrânea de carvão, provocou a morte de 13 pessoas, feriu 165 e gerou um prejuízo de 3,5 bilhões de dólares. Calcula-se que as perdas causadas por esse terremoto tenham ultrapassado o total do dinheiro arrecadado com a mineração em Newcastle desde o início de suas operações há dois séculos.
“O organismo humano é capaz de curar por conta própria de 60% a 70% de todas as suas doenças”, disse o professor Gustav Dobos, chefe de equipe médica do Hospital Miners, em Essen, Alemanha. Para esse fim, diz-se que o corpo produz cerca de 30 a 40 medicamentos, como cortisona e substâncias para prevenir pedras nos rins. Os pesquisadores entendem alguns processos envolvidos nessas curas naturais, mas ainda resta muito a ser descoberto. Os cientistas percebem que “uma interação complicada de hormônios, de mensageiros imunológicos e de células assassinas está em ação”, diz a revista Vital, e “o estado emocional também afeta o processo”. Mas ela também declara que o estresse e problemas pessoais podem “enfraquecer o sistema imunológico por meses a fio”.
“As reações cerebrais dos que brincam em excesso com jogos de computador são semelhantes às dos alcoólatras ou dos viciados em maconha.” Isso é o que diz o psicólogo Ralf Thalemann, coordenador de um grupo de pesquisa sobre vícios do Hospital Universitário Charité de Berlim, Alemanha. Acredita-se que o estímulo causado pelo excesso de tempo dedicado aos jogos de computador possa provocar um aumento na liberação de dopamina no cérebro de um jogador. Essa substância produz uma sensação de bem-estar que, com o tempo, pode levar ao “vício”. Uma pesquisa sugere que isso talvez ocorra com mais de 10% dos que jogam videogames.
Frank Willer, restaurador-chefe do museu da Renânia, em Bonn, na Alemanha, sem querer descobriu uma cola extremamente aderente. Usando uma serra fina, ele estava removendo um pedaço de metal de um capacete decorado com folhas de louro feitas de prata, que era usado por oficiais romanos em cerimônias. “O calor causado pela serra fez com que as folhas de louro se desprendessem, deixando vestígios finos da cola no capacete”, explicou Frank. Uma análise revelou que essa supercola era feita de betume, resina de casca de árvore e gordura animal. O capacete, datado do primeiro século AEC, havia permanecido no leito do rio Reno por pelo menos 1.500 anos.
“A maioria dos ratos tem má reputação”, diz The Wall Street Journal. “São habitantes de montes de lixo, e símbolo da covardia e da trapaça.” Mas Rattie, uma rata de laboratório que pertence à biofísica Judy Reavis, é diferente. Ela já ajudou a esticar milhares de metros de cabos de computador em escolas a fim de instalar redes de computador. “Rattie pega firme um fio com os dentes e se esgueira entre vigas e dutos nas paredes, sob o piso e pelos painéis do forro”, explica a Journal. “Ela é atraída para fora com batidinhas leves e um prato de gostosa ração para gato. Quando ela sai, o fio que puxou é usado para puxar os cabos de computador pelo caminho sinuoso que ela seguiu.” Rattie tornou-se uma espécie de celebridade e tem uma coluna e uma canção “sua” na Internet. E se ela morrer de repente? “Vamos treinar outra”, diz a Dra. Reavis. “Afinal, é só um rato.”
“A loira supermagra e deslumbrante na capa de uma revista faz com que todas as mulheres que olham a foto se sintam mal com respeito ao próprio corpo, não importa o número do manequim, a forma, a altura ou a idade delas”, diz um relatório da Universidade de Missouri-Columbia, EUA. Segundo Laurie Mintz, professora adjunta de psicopedagogia e psicologia de aconselhamento, “pensava-se que, depois de verem fotos da mulher ideal na mídia, as mulheres com mais peso sentiam-se pior do que as mais magras”. No entanto, “descobrimos que o peso não era um fator importante. Ver essas fotos era igualmente ruim para todas”, diz Laurie.
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