"Há gente furando partes do corpo que não eram furadas anos atrás", diz John Pelton, diretor de saúde ambiental do Calgary Health Services, do Canadá. Isso inclui sobrancelhas, lábios, língua e umbigo, segundo reportagem do The Vancouver Sun. O receio de que essa mania crescente transmita AIDS e hepatite B e C levou o Environmental Health Services, de Alberta Health, a fornecer orientações para controlar essa atividade. "Novas normas por fim abrangerão uma linha inteira de serviços particulares não regulamentados, como, por exemplo, marcação a ferro quente, depilação com cera, tatuagens, eletrólise (destruição da raiz do pêlo por corrente elétrica) e privação sensorial", e o esboço desses regulamentos será examinado pelas autoridades sanitárias e pelo próprio setor, acrescenta a reportagem. Sobre o uso do equipamento de furar a orelha para furar outras partes do corpo, alguém que realiza o procedimento admite: "Já vimos gente ir parar no hospital, com infecções. É assustador mesmo."

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